O que mais me decepciona é que aprendo mais com meus livros do que com as pessoas.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Da Morte.
Saudade de um tempo em que dor, perda, mágoa e, principalmenete, morte eram apenas palavras imaginadas; guardadas nos meus livros de fantasia.
Silêncio.
Salto.
Não que eu não goste de amar. Eu gosto, e muito. Mas é que me encanta tanto essa sensação de se apaixonar por pessoas diferentes, por jeitos diferentes, por sorrisos diferentes. Essa sensação de novo e de limpo que qualquer paixão repentina dá. E como dá. Perder as palavras e só encontrar olhares e toques tímidos tentando fazer que tudo seja tão natural como nenhuma boa paixão pode ser. E não é.
Eu sou.
Ultimamente tenho sentido uma tristeza enorme por tudo isso que está morrendo entre nós, essa coisa suja que está sendo carregada até o momento, cada vez mais próximo, em que não poderemos nem ao menos empurrá-la e, esquecida, ficará para trás. Essa coisa bonita e mágica que fez a gente rir um dia, juntos. Mas que se apagou pelo simples fato de que não posso mudar o que sou. E eu sou.
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